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Fasciíte plantar: há tratamento para viver bem, feliz e sem dor

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Dor aos primeiros passos pela manhã e sensação de incômodo ou de queimação nos pés, que se repete ao pisar no chão depois de longo período de descanso, são sinais de fasciíte plantar. “A fasciíte plantar é um processo de inflamação na planta do pé, muito frequente em atletas e pessoas acima do peso, que iniciam prática de atividade física. É mais comum nas mulheres que em homens, especialmente após 40 anos. A fasciíte pode ser também um sintoma de outras doenças, como o diabetes e a artrite reumatóide, sendo portanto importante que seu reumatologista, ortopedista ou fisiatra determinem a causa para um adequado tratamento”, explica o médico fisiatra Antônio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico, o diagnóstico pode ser feito a partir de exame raio-x, ultrassonografia e, em alguns casos, ressonância magnética, além, claro, do exame do médico. A baropodometria dinâmica computadorizada é um exame complementar que também pode ser solicitado pelo médico, já que trata-se de um exame de alta precisão, disponível no CREB, que indica as alterações posturais do pé. O tratamento pode ser feito com o uso de palmilha ortopédica, medicamentos e medidas de reabilitação, entre as quais fisioterapia, acupuntura e cinesioterapia, buscando equilíbrio corporal através do alongamento da musculatura das costas, coxas, pernas e pés. “Também podemos contar com um novo tratamento, chamado TOC – Terapia de Ondas de Choque, que produz ondas físicas de alta intensidade, não invasivo, praticamente indolor, que leva a desinflamação do local com sucesso em 75% a 80% dos casos”, complementa o Dr. Antônio D’Almeida.

– Para evitar a fasciíte plantar, é importante fazer alongamentos da musculatura posterior e utilizar calçados específicos e apropriados ao seu pé, que o exame da baropodometria dinâmica computadorizada ajuda a determinar. O importante é que há tratamento para a fasciíte plantar e o paciente pode viver bem, feliz e sem dor – finaliza ele.


Acupuntura é recomendada para pacientes com doenças reumáticas

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Sociedades de reumatologia defendem o uso da acupuntura para pacientes com doenças reumáticas.

O tratamento pode fortalecer o sistema imunológico do paciente a partir das estimulações provocadas pelas agulhas. A acupuntura promove a indução de processos regenerativos e a normalização de funções do organismo, além do controle da dor, melhora da rigidez e ganhos de função articular, ressaltam os especialistas.

Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e com muita experiência em doenças como, por exemplo, a fibromialgia, o Dr. Sergio Rosenfeld concorda. “Já sabemos que a acupuntura, uma prática chinesa milenar, ameniza aspectos físicos e emocionais, ajudando muito no combate, por exemplo, à dor do paciente. São feitas estimulações de locais anatômicos e terminações nervosas na pele e tecidos, e o cérebro recebe essas mensagens, desencadeando efeitos anti-inflamatórios e analgésicos, atuando diretamente na dor”, explica o médico do CREB.

O Dr. Sérgio ressalta que a acupuntura não deve substituir o tratamento médico, sendo mais um componente a ser adotado. E que deve ser realizada a partir da orientação do médico, e por um profissional especializado e experiente. “As doenças reumatológicas atacam o sistema musculoesquelético do paciente, comprometendo suas articulações, principalmente. A acupuntura alivia a dor e é muito bem-vinda para pacientes, por exemplo, com fibromialgia, artrose, artrite reumatóide e gota, entre outras. Dessa forma, podemos ajudar a devolver ao paciente e qualidade de vida perdida, porque ninguém fica feliz sentindo dores”, finaliza ele.


Dores no corpo aumentam no inverno

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A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) define a dor como uma resposta resultante da integração central de impulsos dos nervos periféricos, ativados por estímulos locais bem como uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada a uma lesão real ou potencial. Mas definitivamente é uma experiência pessoal, já que a intensidade da dor é vivida diferentemente por cada um.

Segundo o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – com a chegada do inverno, a queixa de dores são mais freqüentes, principalmente em articulações e ossos.  “No frio, a musculatura permanece em constante reação de defesa, realizando uma contração involuntária com o objetivo de aumentar a temperatura. Dessa forma, poderá ocorrer deficiências no suporte sanguíneo, causando diminuição do metabolismo, encurtamento das fibras musculares, diminuição da massa e da força muscular, limitação articular, alterações biomecânicas, ou seja, maior dificuldade do corpo de fazer certos movimentos, além de alterações posturais”, explica o médico.

A circulação de sangue no corpo é prejudicada com as baixas temperaturas, que provocam constrição vascular, acrescenta o Dr. Haim Maleh. “A necessidade de aquecimento da musculatura provoca contrações deixando algumas partes do corpo mais doloridas. Nas articulações, o líquido sinovial, fica mais espesso com o esfriamento do corpo, pode limitar os movimentos e gerar incômodos”, relata ele, ressaltando que as dores provocadas pelo frio são mais intensas em pessoas sedentárias, que têm os músculos mais enfraquecidos e encurtados.

– A artrite e a artrose, por exemplo, são doenças comuns que geralmente se agravam com a chegada do frio. A prática de exercícios regulares é muito importante e não deve ser interrompida no inverno. É muito comum que isso aconteça, por exemplo com que pratica natação e evita a piscina em dias frios. Neste caso troque a atividade por outra, como caminhar, por exemplo. Mas ao menor sinal de dor frequente, consulte um especialista – finaliza.



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